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Isenção de 1ª franquia

Para preservar a tranquilidade do segurado em momentos inesperados, tais como imprevistos financeiros com a franquia do seguro auto, caso o valor do conserto do veículo seja superior ao da franquia prevista na apólice do seguro, algumas seguradoras trabalham com cobertura de “isenção da 1ª franquia”. A isenção da franquia minimiza os prejuízos financeiros do sinistro e também representa um incentivo para que o condutor evite novas situações de risco.

Ao contratar essa cobertura você não precisará pagar a franquia no primeiro sinistro que ocorrer durante a vigência da apólice. Somente a partir do 2º sinistro é que a franquia deverá ser paga normalmente.

Considerando a diferença a ser paga pelo segurado e a economia gerada em caso de sinistro, podemos concluir que a contratação dessa cláusula é um investimento vantajoso para o cliente, devido ao respaldo que ela garante.

Além dessa opção, existem outras três alternativas de franquia: Básica, Ampliada e Reduzida.

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Melhoria na contratação do seguro para pessoas com deficiência – PCD

Recentemente, diversas seguradoras mudaram suas regras sobre a responsabilidade no recolhimento dos impostos de IPI e ICMS para pessoas com deficiência (PCD) com isenção fiscal. A Porto Seguro Auto e o Itaú Seguro Auto estão entre essas companhias.

 

Como era antes

Antes da alteração do clausulado, a seguradora repassava ao consumidor-segurado a responsabilidade sobre o recolhimento dos impostos em caso de sinistro de indenização integral. O segurado era indenizado em 100%, mas como precisava recolher os impostos com recursos próprios, acabava com um saldo final muito menor em mãos.

A nova isenção só poderia ser solicitada no prazo de dois anos. Com um valor menor em mãos e sem possibilidade de nova isenção fiscal para IPI e ICMS, o segurado acabava não conseguindo adquirir um carro equivalente ao anterior.

 

Como ficou agora

Com a nova regra em casos de sinistro de indenização integral, o recolhimento dos impostos de IPI e ICMS passou a ser realizado pela seguradora, sem ônus na indenização do segurado. A responsabilidade do segurado restringe-se a providenciar as guias para que a seguradora recolha os impostos.

 

A partir de quando vale essa mudança?

Os segurados enquadrados nessa modalidade a partir de 1º de agosto de 2018 passaram a ser indenizados em 100% da tabela Fipe ou no valor determinado na apólice.

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Apps de seguradoras oferecem até 35% de desconto no seguro do carro a bons motoristas

Novas ferramentas prometem monitorar tudo o que você faz ao dirigir e também nas redes sociais, com o intuito de avaliar se o preço que você paga pelo seguro é justo.

A equação é simples, pois junta a tecnologia de monitoramento – que utiliza o GPS e sensores do celular – e a inteligência artificial de softwares das empresas -, que conseguem reunir mais elementos do que a tradicional equação utilizada pelas seguradoras, baseada apenas em idade e endereço do motorista.

Para avaliar se um motorista dirige bem, os aplicativos registram aceleradas e freadas bruscas, curvas acentuadas e ultrapassagens de limites de velocidade, por exemplo. A cada ocorrência, o escore do motorista fica mais baixo.

O funcionamento do aplicativo é simples e está disponível para smartphones com sistema Android e iOs. Atualmente três seguradoras o disponibilizam: Trânsito+Gentil, da Seguradora Porto Seguro, o Auto.Vc, da SulAmérica e o Direção em Conta, da Liberty.

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Segurança na Prestação de Serviços

O seguro E&O, também conhecido como Responsabilidade Civil Profissional, protege a empresa de reclamações apresentadas por perdas financeiras resultantes dos serviços prestados aos clientes.
As empresas estão expostas a diversos riscos porque atualmente o consumidor demanda um padrão de excelência cada vez maior com relação à qualidade e entrega, amparando-se em legislações rígidas quando acessa a justiça pleiteando direitos.
O Seguro E&O garante indenizações mediante acordos judiciais e/ou extrajudiciais referentes a danos materiais, morais e perdas financeiras a terceiros, consequentes de falhas profissionais da empresa relacionados à atividade profissional.

Por que adquirir?
– Questionamento e reclamações de clientes
– Exigência contratual
– Ambiente que demanda alta especialização dos profissionais

Benefícios
– Proteção do patrimônio
– Garantia de reparação do terceiro prejudicado
– Proteção da imagem da empresa

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Incêndio em prédio: Seguro cobre prejuízo dos vizinhos?

No dia 1º de maio, o edifício Wilton Paes de Almeida, localizado no centro da cidade de São Paulo, desabou após pegar fogo. Além dos moradores do edifício, os prédios e estabelecimentos vizinhos também foram atingidos. Nesse caso, o edifício sinistrado não tinha seguro. A pergunta que muitos se fazem é: de quem é a responsabilidade pelos danos causados aos apartamentos das vítimas indiretas?

No seguro residencial, os danos decorrentes da fumaça estariam cobertos inclusive pelas coberturas mais básicas na maioria das companhias, além de qualquer outro dano decorrente de incêndio. Já nos seguros de condomínio, o evento estaria coberto apenas na parte predial e nas áreas comuns, ou seja, o conteúdo de cada apartamento não estaria segurado. Muitos dos riscos que o seguro residencial cobre não são cobertos pelo seguro condominial.

O que o seguro condomínio cobre

A cobertura básica do seguro condomínio inclui incêndio, raio e explosão, mas podem ser contratadas coberturas adicionais, como desmoronamento, danos causados por vendaval e impacto de veículos, danos elétricos, quebra de vidros, roubo e furto de bens do condomínio, danos materiais e/ou corporais de responsabilidade do condomínio (causados aos condôminos ou visitantes), responsabilidade civil do síndico, vida e acidentes pessoais dos funcionários, entre outros.

Essas coberturas em geral só protegem danos às áreas comuns e aos bens do condomínio, além de danos a terceiros por conta de sinistros ocorridos nas áreas comuns do condomínio.

Danos às unidades autônomas – apartamentos ou casas que componham o condomínio – só são cobertos caso o sinistro tenha ocorrido nas áreas comuns e atingido as unidades. Ainda assim, há cobertura apenas para reparos e reconstrução da estrutura física, como paredes, pisos, tubulação, pintura, etc.

O que o seguro condomínio não cobre – e o residencial pode cobrir

O conteúdo dos apartamentos que compõem o condomínio e outros sinistros ocorridos dentro das unidades não são cobertos pelo seguro condomínio, só pelo seguro residencial.

Por exemplo, se uma explosão de gás no salão de festas afetar o seu apartamento, você é ressarcido, pois o sinistro ocorreu na área comum do prédio.

A situação inversa também ocorre: se uma explosão de gás no seu apartamento danificar a estrutura e as áreas comuns do prédio, o seguro condomínio cobrirá esses danos.

Mas ele não cobrirá os danos que essa mesma explosão causar ao interior do seu apartamento e aos seus bens. Estes serão de sua responsabilidade, ou do seguro residencial, se você tiver uma apólice com essas coberturas.

Seguro condomínio e seguro residencial são complementares

O seguro condomínio pode, eventualmente, cobrir danos às unidades, se esta proteção for contratada. Mas pode ser que o valor segurado para esses casos seja insuficiente para o risco de todos os moradores. Melhor se resguardar pagando o próprio seguro residencial.

Além disso, o seguro residencial permite a contratação de coberturas que não existem no seguro condomínio. A mais comum é o pagamento de aluguel caso o morador precise morar em outro lugar enquanto a unidade passa por reparos após um sinistro.

Voltando ao exemplo da explosão de gás no seu apartamento, além de o seguro residencial cobrir os danos ao interior da sua unidade, ele também pode cobrir eventuais despesas legais caso o condomínio ou outros moradores resolvam processá-lo.

Como você pode ver, o seguro condomínio e o residencial são complementares. O primeiro é obrigatório e arcado por todos os condôminos, enquanto o segundo é opcional e pago apenas pelo proprietário ou morador da unidade segurada.

Na prática, um condômino arca com dois seguros, mas não pense que, por causa disso, o custo da proteção ao seu patrimônio será exorbitante. O seguro residencial é barato, tem excelente custo-benefício e tem um preço bastante acessível à população.

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IPVA vira dívida ativa

 

O IPVA é um imposto que deve ser pago todo início de ano por quem possui um veículo. Caso o proprietário deixe de fazer o pagamento, a dívida se torna ativa e pode ser cobrada de várias maneiras pelo governo. O não pagamento traz dificuldades em conseguir financiamentos, empréstimos ou cartões de crédito. Além disso, o bem pode ser apreendido ou penhorado.

No caso do IPVA, se o carro não estiver com a documentação em dia e for parado em uma fiscalização, é aplicada multa ao condutor e o veículo é apreendido. Para liberar o automóvel, é preciso quitar todas as dívidas, além de pagar guincho e diárias no pátio do Detran.

Em relação à contratação de um seguro, se for necessário realizar vistoria prévia no veículo e o documento estiver irregular, a companhia pode não aceitar o risco e em caso de perda total as seguradoras fazem a indenização descontando os valores do IPVA e da documentação.

Na hora de vender ou comprar um carro, também é mandatório que o IPVA esteja em dia para que a mudança de proprietário seja concluída. Sendo assim, com o imposto atrasado, não é possível vender o veículo.

 

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O BRASIL É O QUINTO PAÍS DO MUNDO EM MORTES NO TRÂNSITO, SEGUNDO A OMS

A Organização Mundial da Saúde divulgou um estudo realizado em 179 países durante 3 anos sobre acidentes de trânsito. E, infelizmente, o Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes por descuidos veiculares, atrás apenas da Índia, China, EUA e Rússia.

 

Prevenção, sempre!

O melhor método para não fazer parte das estatísticas é prevenir. Confira abaixo algumas atitudes que você precisa ter para manter a sua viagem sempre em segurança.

Celular e direção: não! O uso de celulares ao volante aumenta em até 400% o risco de acidente.

Bebida e direção: nem pensar! Pesquisas apontam que mais de 22% dos condutores, 21,4% dos pedestres e 17,7% dos passageiros envolvidos em acidentes de trânsito apresentavam sinais de embriaguez ou confirmaram consumo de álcool.

Respeite a faixa de pedestre. A faixa de pedestre traz segurança a quem caminha pelas ruas do País e é essencial que cada um faça sua parte e utilize esse dispositivo da maneira correta. Condutores devem ficar atentos e dar preferência aos pedestres e ciclistas que quiserem atravessar na faixa.

Mantenha a distância correta entre os veículos. Dirigir muito próximo ao veículo da frente aumenta em 76% a chance de colisão. Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas do local da circulação e do veículo é considerável infração grave e passível a multa.

Veículo revisado, sempre! A manutenção preventiva dos principais itens do veículo, como freio, nível de óleo e amortecedor, deve ser feita a cada 10 mil quilômetros ou a cada seis meses. Esses cuidados ajudam a evitar acidentes nas ruas e estradas. É essencial checar as luzes de farol, para visibilidade; a suspensão, que garante o controle do veículo em curvas ou freadas bruscas; e o cinto de segurança, que deve funcionar perfeitamente em caso de colisões.

Respeite o limite de velocidade. A pressa para se chegar ao destino foi responsável por 20,46% dos acidentes nas rodovias de todo o País em 2016. O mau comportamento do motorista ao ultrapassar em lugares proibidos e exceder o limite de velocidade ocasionou 15.051 ocorrências. Respeite o limite de velocidade e lembre-se de desacelerar o seu veículo em dias de chuva e neblina.

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Celular tem feito motorista brasileiro dirigir de “olhos vendados”

Pesquisa realizada pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil) mostra por quanto tempo motorista tira os olhos da via em cada tipo de interação com celular; mandar mensagem é como dirigir vendado por 20 metros.

O levantamento monitorou o tempo que alguns motoristas voluntários ficaram ao volante sem olhar para frente enquanto interagiam com aplicativos de celular.

Foram monitorados quatro tipos de interação com o smartphone: destravar a tela do celular; ler ou responder mensagens; abrir o Facebook; e carregar o Instagram.

O tempo máximo que os condutores ficaram interagindo com o celular, sem qualquer intervalo para olhar para a pista, foi, em média, de 4,5 segundos. Esse tempo é o suficiente para trafegar às cegas por 62,5 metros a uma velocidade de 50 km/h, ou 125 metros a uma velocidade de 100 quilômetros por hora.

“Esses números comprovam que a atitude arriscada de dirigir e acessar as redes sociais ao mesmo tempo, tão presente em nosso dia a dia, pode levar a acidentes graves, uma vez que os motoristas trafegam muitos metros sem olhar para o trânsito, saindo da faixa de rolagem, freando bruscamente, caindo em buracos e causando acidentes”, diz a reportagem da Revista CESVI.

Além do risco de acidentes, manusear o smartphone ao dirigir é infração de trânsito. Tirar as mãos do volante ao conduzir veículo para manusear o celular é considerado infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro, sujeita à multa de 293,47 reais e sete pontos na carteira de habilitação.

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