Falar de beijo é falar em saúde bucal, não é mesmo? E principalmente agora, em tempos de coronavírus, quando lembramos que se por um lado beijar é muito bom, também não podemos esquecer que a boca é a principal porta de entrada do corpo, necessitando de cuidados diários.

 

Higiene bucal

Para manter a boca saudável é fundamental escovar os dentes após as refeições e se for preciso usar o fio dental. Os cuidados diários são necessários para eliminar as bactérias que causam o mau hálito, por exemplo. O uso de enxaguantes bucais sem álcool também é recomendado, além de visitas periódicas ao dentista.

 

O beijo e a saúde

Apesar de prazeroso, o beijo pode ser um meio para a transmissão de doenças, pois alguns vírus, bactérias e fungos podem se instalar na nossa boca e causar infecções. Conheça asmais comuns:

Herpes labial: Conhecido popularmente como “sapinho”, o herpes labial é transmitido pela mucosa e pela saliva. Não tem cura e costuma surgir quando a imunidade do corpo está baixa. É fundamental evitar qualquer contato labial enquanto a ferida estiver na boca.

Mononucleose: Também chamada de “doença do beijo”, a mononucleose é provocada pela bactéria Epstein-Barr e causa sintomas semelhantes aos da amigdalite, da faringite e da gripe. A recomendação é procurar o médico para o tratamento adequado.

Sífilis: A sífilis é classificada como infecção sexualmente transmissível (IST) e pode ser transmitida por via oral, principalmente quando existe algum ferimento na boca, que permita a entrada da bactéria.

Outras bactérias e vírus: Da mesma forma que as gripes e os resfriados, as infecções na região da garganta igualmente inspiram cuidados, já que elas também podem transmitir as bactérias ou vírus que estão sendo alvos do tratamento.

 

Curiosidades

A lenda diz que no final do século 19, em uma romântica vila italiana, viveu o jovem Enrique Porchelo, galanteador famoso por beijar todas as garotas da cidade. A fama do rapaz era tanta que o padre da cidade, no dia 13 de abril de 1882, resolveu oferecer uma recompensa em dinheiro à moça que não tivesse sido beijada por ele, mas nenhuma apareceu para receber o prêmio.

No Brasil de antes do descobrimento isso não aconteceria, pois nossos índios não tinham o costume de beijar, hábito que foi trazido após a chegada dos europeus.